7 de novembro de 2008

2 meses



Âlo a todos!

cá estou eu com as últimas novidades, e desta vez bem fresquinhas....
Ontem, dia 6 de Novembro, lá festejamos por cá o meu 2.º mês de vida. E, meus amigos, este último mês foi de tantas mudanças que nem sei bem por onde começar...

Sabem, descobri que lá por casa havia uma coisa fantástica que tem uns bonecos muito coloridos e engraçados, que faz música e roda, já imaginaram??? Isso para mim é a loucura total, é só rir, abanar mãos e pernas a ver se o macaco, o pássaro e o sapo rodam ainda mais depressa. Quem está também muito satisfeita com o brinquedo, é a minha mãe, assim sempre lhe dou algum sossego...

Pois, mea culpa, eu gosto, não, perdão, ADORO estar ao colo. A mãe bem tenta não me habituar, às vezes até me deixa chorar um bom bocado até eu me fartar, suspirar e decidir ficar com os olhos bem abertos a olhar para tudo o que me rodeia, a sorrir para as paredes e, claro, fazer uns gigantescos sorrisos para ela quando ela me vem fazer umas gracinhas (também com aquelas vozes e aqueles comentários que ela faz, só posso mesmo rir, né!?)

Não fiquem a pensar que a mãe não me dá colo, não não. Tenho direito a muito colo, até porque ela adora estar comigo ao colo, a cheirar-me (parece uma leoa!) a conversar comigo, a dar-me beijinho (que seca, tanto beijo)...





Enfim, o que me vale é a minha mana Inês que me faz muito companhia. Quando ela chega ao final da tarde a casa, ou quando a vamos buscar com a mãe ao infantário, fico toda feliz, gargarejo, sorri para ela e fico a ouvi-la contar-me histórias, cantar e olho para todas aquelas ginástoicas e danças que ela faz: o máximo! Ela até já arranjou uma bela maneira de estar ao meu lado: eu na espreguiçadeira e ela sentada no chão com as pernas por baixo da minha cadeira.

Entretanto, como era de esperar, já começo a dormir muito mais de noite. Cá em casa, todos os menores vão para a cama às 21h30. Assim, a essa hora, depois de um bom e maravilhoso banho de espuma, com tentativas frustradas de beber água do meu banho e grandes técnicas de nadadoras (é só braços e pernas a exercitar os músculos), acompanhadas de sorrisos de orelha a orelha (daqueles que fazem desaparecer os meus olhos debaixo da bochecha!), lá vou eu para a minha alcofa. Mas, como eu não posso ser santinha de mais, senão ficam mal habituados, não me rendo sem uns guinchos a chamar para me porem a chucha, me aconchegarem ou simplesmente para relembrar aos pais que eu estou lá no quarto, sózinha, às escuras (ainda bem, porque isso da luz é só de dia!). A maior parte das vezes durmos das 22h00 às 4h00 (a mãe preferia que fosse das 00h00 às 6h00 mas quem manda sou eu), mal acordo para a minha mãe me dar uma bela maminha bem cheianha de leite e volto para o mundo dos sonhos até Às 8h00/8h30. Pois é, não quero perder por nada o beijinho da minha mana de manhã, por isso faço questão de acordar antes de ela seguir para a escola!

Fora isso, já passo muitas horas acordada de dia, a olhar para tudo o que me rodeia, vou passear com a mãe à rua e entre as minhas actividades e as refeições, faço uns sonos de gato (10/15 minutos) para repor as energias.

Neste momento, para além de vos estar a escrever, estou na minha espreguiçadeira a ouvir música e a dar aos braços e às pernas, sorrindo de vez em quando para a mãe (tenho de a tratar bem, afinal sempre é ela que me alimenta e que está aqui a dar ao dedo...)

No outro dia, fomos os 4 ara o parque da Serafina, a Inês lá se divertia nos baloiços e brincava com outra menina e a bicicleta dela e eu, meus amigos, dormi uma bela sesta num banco de jardim, à sombra, ao som dos gritos de felicidades dos mais velhos, mudando a fralda ali mesmo quando era preciso e comendo por aí também.


Há uns dias atrás, o pai foi dar uma volta de bicicleta com uns colegas e a mãe, armada em super mãe disse-lhe:"aproveita, almoça por lá que eu cá fico bem com as duas". Já estão a imaginar, não estão? Agora, acrescentem a isto a belíssima ideia dela para o almoço, um peixe assado que fomos comprar as 3 à praça. Quando chegamos a casa com o peixe, a Inês já queria era brincar com a mãe, eu queria comer e a mãe queria fazer o lume. Assim, o lume foi aceso ao som dos meus gritos e dos lembretes de 2 em 2 segundos da Inês para a mãe "a Joana tá a chorar". A mãe ficou louca, queimou-se, deu-me maminha enquanto as brasas se faziam, fez.me arrotar enquanto preparava o peixe da Inês, pos-me a ver o móbile enquanto assava o peixe dela e a Inês comia. Eu entretanto adormeci, a Inês foi para a cama dormir a sesta e a mãe ficou a almoçar. Quando acabou, deu um jeito á cozinha e foi para a sala para descansar quando ouviu: "mãe, já acordei!!": ficou louca. No meio dessa azáfama toda, já o pai tinha sido despachado bruscamente ao telefone e vinha a pedalar a 100 à hora de regresso a casa onde nós nos preparavamos para ir ver os flamingos. Finalmente o pai chegou, e fomos todos para desanuviar, a Inês de máquina fotográfica em punho, a mãe de sorriso nos lábios e eu no meu marssupio ao colo do pai. Foi uma bela tarde de alívio para todos...



Depois do passeio, ficamos todos super cansados, jantamos, brincamos na sala e depois fomos todos para a cama: o pior foi o acordar do dia seguinte, o pai e eu tivemos mesmo muitas dificuldades em abrir o olho....


Para espanto de todos, já estou um verdadeiro bebé de 2 meses com figura de 4 meses!!! Pois é, eu sou um grande e belo bebé. Estou actualmente com 62cm e 6.090gr!! E como me porto tão bem e sou tão crescida, tenho acompanhado a mãe às suas aulas de natação. Fico no ovo, a ver, ouvir e a recordar aqueles sons que eu ouvia quando estava na barriga dela, enquanto ela nada, relaxa e se põe bem forte para me carregar (ai, ai as costas dela!).
Também é certo que o meu avô Joaquim no outro dia me explicou olhos nos olhos que eu tinha de me portar bem... e eu, acatei!




Tal como a mãe, eu por cá também faço ginástica no meu belo ginásio. Único problema preciso que alguém me ajude porque ainda sou muito pequenina, portanto malta, toca a abanar os bonecos, senão levam com uma gaitada a chamar a atenção!





Pronto, acho que não tenho assim mais novidades. Sou feliz e demonstro-o todos os dias à minha família que me mima tanto. Breve espero poder brincar com a minha mana que está tão ansiosa quanto eu para isso e com o meu primo Rafael. Vejam só, para acabar, os 3 rebentos que preenchem a casa dos avós Correia, não somos o máximo?

um sorriso dos meus para todos,

Joaninha

1 de outubro de 2008

Olá!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Olá a todos!!

Como já devem saber, no dia 6 de Setembro, na data prevista, lá decidi vir ter conhecer o mundo.
Querem ver como eu sou, querem? Pois terão de esperar mais uns segundos enquanto eu vos conto o fim da minha vida intra-uterina!! Está quase, prometo...

Então vamos a isso...

Se bem se lembrem, no dia 20 de Agosto tinhamos ido a uma consulta com a Dra. Antónia. Eu, pensavam eles, estava mesmo pronta para nascer. A mãe lá foi suibmetida a umas maldadezinhas para ver se eu me inspirava e, só para o caso de, ficou marcada uma nova consulta para o dia 27 de Agosto.

Assim, seguindo as instruções da médica, a mãe lá voltou a fazer a sua vida normal: até já pegava na minha mana Inês ao colo e tudo! Esta não tinha muito espaço para estar confortável e eu lá ia ajudando-a a estar confortável, aguentando o peso dela com os meus pés.

Íamos à praia quase todos os dias, fazíamos umas grandes caminhadas na língua de areia da Figueirinha, acompanhados de uns belos lanches e brincadeiras com a Inês.





Com estes passeios todos, lá chegou a véspera da consulta que não deveria de ser e eu sempre muito bem na barriga da minha mãe...

Dia 27 de Agosto, a Dra. Antónia muito admirada por nos ver chegar, decidiu fazer mais uma maldade à mãe. Depois de o "toque" mudamo-nos todos para sala de CTG onde, supostamente, eu deveria mexer-me imenso e a mãe ter contracções: tudo flat!!! (e como devem imaginar a mãe já a pensar que eu ia fazer o mesmo que a Inês, nascer só na data prevista!). assim sendo, ficou marcada mais uma consulta para o dia 6 de Setembro, data em que eu deveria nascer... Ninguém acreditava que ainda ia ter essa consulta... errado......................

No dia seguinte, não falhando a tradição, lá voltamos nós para a Figueirinha para mais uns passeios... Isso de passear dentro da barriga da mãe é mesmo bom, não me apetecia nada sair...


Entretanto a Inês desperada por eu nunca mais sair, decidiu iniciar-me às alegrias das construções de areia através da barriga da mãe: boa, mana, pró ano já brinco contigo, já percebi o esquema!!!


Finalmente, numa derradeira tentativa de me expulsar, a mãe decidiu brincar às corridas com a Inês... O resultado: uma bela dor de pernas e de costas!!! Quanto a mim? Sempre ao quentinho...


A mãe, o pai e a Inês, lá foram fazendo caminhadas, de dia, ao serão, com calor, com frio, para ver se eu me decidia a sair... Até foram curtir o ambiente das festas das vindimas em palmela e tudo!

Entretanto a tia Pi já tinha chegado dos Açores para me ver e ia embora no dia 11, a tia Bu já tinha chegado do Algarve e ia embora dia 7 e eu, meus amigos, nada, calma absoluta!!!
Finalmente, chegou o dia 6, e lá fomos nós para mais uma consulta. A mãe continuava sem sinais de nada, o CTG continuava "flat" e a Dra. Antónia fez mais um toque á mãe (que coisa, só me chateiam!) e ficou decidido que se eu não saísse até dia 8, dia 12 tiravam-me à força!!!

Saidos da consulta, os pais foram passear ao Almada Fórum, visitar a prima Teresa que me emprestou uns utensilios para a minha chegada (e queriam eles que eu já estivesse cá fora! Havia de ser bonito sem a banheira!!!), voltamos para Palmela onde a Inês nos esperava, a mãe dormiu uma bela sesta, fomos aos caroceis à festa das vindimas onde a Inês andou de pónei (e onde eu comecei a dar bailinho á mãe) e a mãe ficou emocionada, quase a chorar a ver a Inês (primeiro sinal) e voltamos para casa da avó Elisa.

Fim da tarde, a mãe com o meu primo rafael ao colo, a ver se ele adormecia, e eu: PUM! toma lá uma contracção...
19h00 - O rafael adormeceu, a mãe foi para casa e começou a olhar muito para o relógio e a fazer umas caras meias estranhas (PUM, PUM,PUM outras contracções).

19h30 - a mãe descasca a fruta para o jantar a fazer umas caras bem cómicas

19h45 - A tia Bu topou e então a mãe disse: "malta, vamos jantar que eu quero ir de barriga cheia para Almada!"

A avó Elisa ficou logo com aquela cara e o resto foi todo para a mesa.

20h00 - O tio Ângelo e o pai começaram a controlar os intervalos entre as contracções: PUM....8minutos....PUM.....7minutos.....PUM....6minutos

A mãe:"já acabei de jantar, vou-me passar por água"

a avó:"não é melhor ires? se calhar..."

"nem pensar! Vou tomar banho e só quando tiver de 5 minutos é que me vou embora!"

20h50 - acabado o banho: PUM.....4minutos.....PUM....4minutos

Ficou decidido que a Inês ia aos caroceis com a tia Bu, a mãe ajoelha-se cheia de dores ao pé da Inês e diz-lhe que tem de ir embora para eu sair da barriga. A minha mana, com a cegueira do carocel, nem liga, espeta-lhe com um beijo e diz Ciao, Ciao.

21h00 - saída para Almada - PUM...3minutos.....PUM...3minutos

O pai lá carrega no acelerador, saimos da A2 em Almada e o pai decide que chegou a altura de fazer como nos filmes: faixa da esquerda, 4 piscas ligados, sinais de luzes. Primeiro obstáculo: um carro conduzido por um velhinho que não percebe o que se passa e nos bloqueia a passagem, impávido. Manobra perigosa para sair para a rotunda direcção ao hospital, os carros encostam todos nas curvas e nós todos lançados: desta vez a mãe começa a ponderar se não esperou tempo de mais em casa...

21h41 - a mãe dá entrada nas urgências e é logo ligada ao CTG, não sem dizer a umas acompanhantes que lhe estavam a bloquear o acesso ao registo nas urgências "não estão cá para parir, pois não? portanto se não se importarem..." e passa á frente das senhoras!

No CTG: não acusa nada, mas a mãe lá vai fazendo a respiração para aliviar as dores "uf,uf,uf,uf,uf" até que uma obstetra a ouve e lhe pergunta o que é que se passa visto o CTG continuar "flat". "Estou a ter contracções de 3 em 3 minutos!!"
A mãe é oscultada, tratam da papelada do internamento:
Nome do pai -
"uf,uf,uf,uf,uf" Miguel Filipe Correia "uf,uf,uf,uf,uf"
Profissão do pai -
"uf,uf,uf,uf,uf" Arqueólogo "uf,uf,uf,uf,uf"
Que giro! E tem trabalho? -
"uf,uf,uf,uf,uf" "uf,uf,uf,uf,uf" sim, sim, "uf,uf,uf,uf,uf" (e que tal apressar as coisas e ligar o ar condicionado que ninguém aguenta este calor!!!)

23h00 - Finalmente, encaminham-nos para a sala de parto. Ao pai dizem-lhe que ainda vai demorar, para ele ir ao carro arrumar as coisas

Na sala de parto, a mãe já pediu epidural e continua "uf,uf,uf,uf,uf" "uf,uf,uf,uf,uf" "uf,uf,uf,uf,uf" enquanto a parteira prepara as coisas.

23h10 - ups, rebentaram-se as águas
23h15 - "uf,uf,uf,uf,uf" apetece-me fazer força, posso?

(A parteira) Força?? Deixe cá ver!? Filha, já não há tempo para epidural!

Na sala de espera: o pai a preparar o seu café para uma noite longa, seguindo os conselhos da recepcionista das urgências de obstetricia. Vêm chamá-lo: "despache-se que ela já está em fase de expulsão!"

23h20 - entra o pai - "Miguel, não vai dar para a epidural, isto doi tanto!" (cara de aflição)
"uf,uf,uf,uf,uf" "uf,uf,uf,uf,uf" "uf,uf,uf,uf,uf"

23h34: cucu!!! Cheguei........................



No dia seguinte recebi a visita da minha mana Inês. Ela achou muito estranho eu ser tão pequena, não ter dentes e ter tão pouco cabelo. Seja como for, ela esteve comigo ao colo e deu muitos beijinhos. Adorou a prenda que eu lhe trouxe e que estava na barriga comigo, supostamente: ainda bem que não estava porque senão eu não teria espaço e a mãe teria explodido!!




Quanto a mim, passo os meus dias a dormir, mamar e a chorar muitas vezes tabém por causa dos malditos gazes! Como é que ninguém sabe fazer nada para resolver esse problema!? Eu choro, a mãe faz-me massagens, enfia-me tubos pelo rabinho a fazer de cano es escape e eu continuo a chorar, a contorcer-me toda... Socorro, arranjem uma solução!

Quando não me doi nada e estou de barrigota cheia, durmo...





durmo...







durmo...




observo...

durmo...


sózinha ou acompanhada, até é melhor:






e então se for com a minha mãe e aminha mana: ainda melhor!


E a mãe, lá se vai regalando com as duas ao colo (ou sofrendo estoícamente, a suportar o nosso peso, nem sei bem...)

Seja como for, como devem calcular também ADORO estar ao colo, adormecer ao colo, rir-me ao colo das pessoas, o colo é mesmo BOM!!!

Seja o da minha mana:


o das minhas avós:


o do meu avô Correia




ou o do meu pai




Entretanto, o pai e o avô Joaquim já plantaram a minha árvore lá na Calvaria, junto à da Inês. Eu tive direito a um belo pinheiro manso.


E é verdade, lembram-se da minha prima Júlia que estava na barriga da prima Ana? A minha companheira de verão? lembram-se??
Ela também já está cá no meio de nós. Nasceu no dia 25 de Setembro e já estivemos juntas a trocar impressões sobre a nossa vida cá fora. Conclusão: os grandes são complicados e não percebem nada disto!!!





Desde o dia 2 de Outubro que sorrio para os meus pais, mas quem gosto mesmo de ouvir e me faz sorrir de orelha a orelha, realçando ainda mais as minhas bochechas, é a minha mana Inês!

O banho é uma coisa deliciosa, relembra-me os bons momentos que passei dentro da barriga da minha mãe. A única coisa estranha é a figura de madre Teresa com que fico ao sair do banho, não acham?

Pronto, as últimas novidades são estas.
beijinhos a todos,
Joana






22 de agosto de 2008

os últimos cartuchos...

Cucu a todos!
Pois é, ainda não é desta que vos mostro a minha carinha laroca. Ainda continuo pela barriga da mãe, mas pelo que consta estou quase de saída. Será ainda esta semana? A ver vamos...
A verdade é que a mãe passa agora os dias a suspirar e a queixar-se baixinho, de noite e de dia. Parece que mexo muito e que ando a testar a resistência e elasticidade da barriga dela. Mas é que é tão bom andar a passear as pernas de um lado para o outro, andar aos saltos na bexiga dela que se parece tanto com um trampolim! E a mãe tem de perceber que isso de ficar apertada não é nada do meu agrado, e se não gosto, empurro, esbracejo, pulo até ela mudar de posição.
Ela lá se senta, ora anda ora se deita numa busca em vão da posição confortável... E eu? Faço o mesmo, claro!
Vejam só, aqui estou eu a ajeitar-me:

E aqui, está ela a tentar fazer o mesmo...

Enfim, neste compasso de espera, temos aproveitado ao máximo para descansar, seguindo as recomendações médicas, mas também para verenear:


- uns dias pela Calvaria a festejar os anos do avô Joaquim e a curtir (sentadas e pouco tempo) a festa da terra, organizada este ano pela avó Isabel. A minha mana Inês foi quem mais aproveitou! Para o ano, desforro-me!!!
- uns dias em Palmela a aproveitar a casa e a praia que os avós Correia nos disponibilizaram na sua ausência, com a companhia da prima Ana, da priminha júlia (na barriga da Ana) e do primo Nuno.


Como é claro, a minha mãe não passa a vida sempre no ócio, agora ela tem mesmo é de fazer alguma actividade física... Mas, para tal, é preciso repôr as energias, e nada de melhor do que uma bela bola de berlim (sem creme, vá lá) na praia enquanto o pai e a Inês treinam na água para os próximos jogos olímpicos...

ou então na festa de anos do avô Joaquim onde a comida abundava!

Mas como estava a dizer, o exercício físico também tem feito parte da vida da mãe nos últimos dias (pois, não vamos mentir, isso é mesmo novidade). E que tal uma bela passeata pela serra do Louro em Palmela onde a mãe me foi ensinando (pelo mesno tentou) a arte dos papagaios:

Pronto, agora é mesmo só esperar.
A mala está pronta, os avós estão de sobreaviso e a Dra. Antónia já me esteve aí a dar alguns empurrãozinhos a ver se me decido a sair.
Para a próxima, provavelmente, já vos poderei mostrar finalmente como sou...
Até breve,
Joana

27 de julho de 2008